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11h51, sábado, 22 de novembro de 2014 - 2.189.621 visitas desde jul.2004
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A saúde bioenergética
Por Geraldo Medeiros Jr.

A ciência buscou muitos caminhos para entender o homem e dominar o complexo orgânico na totalidade. Muitas tentativas e erros aconteceram até ser possível entender que o corpo humano não pode mais ser explicado por teorias organicistas. Novas tendências surgiram para nos conduzir a um entendimento mais energético-humanicista. O estudo da Bioenergopatia norteia-se por teorias comprovadas e com fundamentação específica, oferecendo objetividade na comprovação da existência e descoberta de uma nova dimensão humana.  
 
Trata-se de uma metodologia corretora das disfunções bioenergéticas do corpo humano que entende sua estrutura em três partes fundamentais e interdependentes: a) complexo orgânico; b) complexo psicológico; c) complexo bioenergético. O primeiro é amplamente estudado pela medicina, ciência fundamentada há 400 anos; o segundo, pela psicologia, ciência fundamentada há mais de 100 anos; e o último, é conhecido há milênios, porém ainda em fundamentação. 
 
Já o complexo bioenergético humano é constituído de três formas de energias estruturais que são fundamentais para a sua formação: a) energia consciencial; b) energia orgônica; c) energia protéica. A somatória destas energias ocorre em nível intracelular, graças à formação natural que obedece aos critérios de atração destas energias, denominado sistema orgonótico, formado por carbono, água (substâncias que atraem a energia orgônica) e o metal que acelera tal energia devido as suas propriedades de modular os elétrons e provocar reações catiônicas).  
 
As células, principalmente as nucleadas, são capazes de concentrar e irradiar uma quarta forma de energia denominada Psicobioenergia. Esta última forma resultante é uma energia de ativação, responsável pelo acionamento da energia reagente, que promove combinações bioquímicas específicas, e que por sua vez desencadeia a manifestação da bioeletricidade. 
 
Bioenergia no cotidiano — O estresse emocional pode provocar desarranjos importantes. A energia consciencial não pode ser mensurada eletronicamente. Ainda não existe tecnologia tão avançada para tal, mas pode ser observada através de vetores. Por exemplo, ao pensarmos com mais ou menos intensidade, queimamos mais ou menos glicose; ao passarmos por oscilações emocionais intensas, promovemos o desaparelhamento eletrônico celular, gerando os radicais livres; extrema alteração emocional também promove disfunções orgânicas tão bem relatadas pela medicina psicossomática. 
 
Inúmeros experimentos ao redor de vários institutos de pesquisas demonstram a existência da energia orgônica. O Instituto Medeiros de Pesquisas Avançadas, ao longo de 20 anos de pesquisas na área de bioenergias, já promoveu cerca de 80 experimentos que demonstram claramente a existência da energia orgônica. Somente a ciência clássica reluta em compreender melhor sobre isso por receio de ter que reformular suas teorias ultrapassadas. No entanto, podemos verificar que a Astronomia está se aventurando em explicar o universo sob a nova teoria denominada Teoria da Quintessência, que explica como galáxias inteiras, por todo o universo, seguem um fluxo específico, promovido por uma energia desconhecida. 
 
Vários experimentos bioenergológicos demonstraram, através de mensuração bioelétrica (bioeletricidade como vetor de observação), que a psicobioenergia pode influenciar objetos e entidades biológicas. Apesar de ser uma energia resultante, fabricada em nosso próprio organismo, a psicobioenergia pode ser letal, caso sua irradiação seja intensa e cronificada, podendo causar disfunções orgânicas sérias. Cerca de 62 experimentos publicados no livro Bioenergologia descrevem detalhadamente a influência e a sintomatologia deste descontrole bioenergético. 
 
A Bioenergopatia visa detectar as alterações do campo bioenergético (psicobiocampo), equilibrando-o. O procedimento não utiliza artefatos eletromagnéticos, pois descobriu-se que o orgônio, ao estar inserido no organismo, pode modular drasticamente com o eletromagnetismo, podendo ser letal para um indivíduo já sensibilizado por alguma disfunção orgânica.  
 
Parceria com áreas da saúde — Não é da competência da Bioenergopatia tratar males físicos ou mesmo diagnosticar. Esta é a função da medicina. O mapeamento e o comportamento bioenergético são o que se deve analisar. A Bioenergologia teoriza que a análise bioenergética pode ser de grande valia como coadjuvante da medicina e nunca um substituta?, pois são duas áreas distintas. Porém, a detecção de alterações precoces de psicobiocampo poderia agilizar o tempo de tratamento médico. A tese sobre bioenergias foi apresentada no Conselho Federal de Medicina que, através do ofício 5635/99 de 30/12/99, parabenizou o Instituto Medeiros de Pesquisas Avançadas pela pesquisa pioneira no campo de bioenergias. 
 
A técnica bioenergopática é extremamente eficiente, como coadjuvante nos seguintes casos: regeneração celular; fortalecimento energético do sistema imunológico; alívio do estresse psicológico e químico; em casos de pessoas desvitalizadas; preparação pré-cirúrgica; recuperação pós-cirúrgica. 
 
A Bioenergopatia verifica a quantidade de energia vital inserida no sangue através da técnica de microscopia de campo escuro, algo plenamente objetivo. Trata-se da primeira terapia complementar a utilizar equipamentos de ponta para a avaliação e detecção da estrutura fundamental do ser humano, as bioenergias. Com este teste, denominado Hemoenergografia - HEG, é possível verificar a tendência do organismo para possíveis desarranjos energéticos e físicos com até 5 a 7 anos de antecedência. 
 
* Geraldo Medeiros Jr. é presidente-fundador do Instituto Medeiros de Pesquisas Avançadas; fundador da Bioenergologia; fundador da metodologia Terapêutica Bioenergopatia; membro da Academia Internacional dos Profissionais da Saúde - Estados Unidos; membro da Academia Sul Americana de Medicina Integrada – Brasil.


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